Cresce ciberataques no Brasil e crime digital já opera como indústria global

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Para o CISO da Claranet do Brasil, o fenômeno reflete a consolidação do modelo Cybercrime as a Service (CaaS), no qual ataques são empacotados ...
Para Luciano Simão, Chief Information Security Officer (CISO) da Claranet do Brasil, o fenômeno reflete a consolidação do modelo “Cybercrime as a Service” (CaaS), no qual ataques são empacotados, comercializados e operados como serviços. O Brasil reúne características que o tornam especialmente atrativo para os criminosos como elevada digitalização dos serviços financeiros, ampla adoção de sistemas como o Pix e maturidade desigual das práticas de segurança, uma combinação de alto valor transacional, grande superfície de ataque e defesas ainda em evolução.
Para Simão, as organizações precisam evoluir na mesma velocidade, ou mais rapidamente, que os atacantes, o que significa incorporar Inteligência Artificial às estratégias de defesa, investir em automação, reduzir drasticamente os tempos de resposta a incidentes e tratar a segurança como prioridade estratégica do negócio. “Independentemente do segmento, uma mudança cultural não pode mais ser adiada, a questão não é mais se uma organização será alvo de um ataque, mas quão preparada ela estará para resistir, responder e se recuperar quando esse momento chegar.
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