Como redefinir a gestão do fator humano na era da IA Agêntica? - Security Leaders

Resumo completo da matéria
Alisson Fuckner, Gerente de Cibersegurança da Natura, destacou que o fator comportamental é um dos maiores pontos cegos na gestão de riscos digitais. A Inteligência Artificial transformou-se em um motor de autonomia operacional oferecendo novas capacidades de valorização das empresas.
Na Natura, a diretriz corporativa de automatizar rotinas repetitivas impulsionou o uso de tecnologias de IA, mas também expôs o desafio de conter hábitos de risco entre os colaboradores. A Full Stack Sênior em Cibersegurança e Desenvolvimento de IA na Gloss Express, Isabela Martins , reforçou que a proteção de sistemas inteligentes deve começar na criação do código e passar por uma governança rígida de uso.
, Essa complexidade tende a aumentar quando a automação passa do ambiente virtual para sistemas com autonomia agêntica. O Painel de Debates “ O futuro da Segurança cibernética na era da IA agêntica e física ” foi apresentado no Security Leaders Florianópolis , o sexto evento regional de 2026.
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