Claranet: cibersegurança e a NIS2 não são um «travão» à inovação - Business-IT

Contexto editorial
O que aconteceu
A Claranet reuniu clientes e parceiros que revelaram que a NIS2 vai aumentar a maturidade de cibersegurança das empresas. O responsável alertou ainda para o facto de cada vez existirem mais ataques e mais sofisticados, referindo que «o cibercrime é hoje a terceira maior economia do mundo, à frente quase de todos os países, atrás apenas dos Estados Unidos e da China».
Impacto e contexto
Incluir o negócio No painel ‘O Custo da Não-Conformidade – Inovação e Accountability na Era NIS2: Como encontrar o equilíbrio? A cadeia de abastecimento Por outro lado, Hélder Barbosa, head of cyber resilience da E-REDES, esclareceu que a empresa, ao ser uma infraestrutura crítica do sector da energia, é já regulada e a NIS2 não representou um grande «impacto transformador», já que «o caminho de maturidade e de evolução» em termos de cibersegurança começou há vários anos.
O que observar
O professor disse ainda que «quem controla as plataformas, as redes, a cloud e a inteligência artificial» tem a capacidade de exercer influência política, militar e económica. No final, David Grave (cyber security senior director da Claranet Portugal) deixou uma «mensagem de responsabilidade», assegurando «o papel» da empresa na resiliência digital do País.
Esta síntese organiza os fatos confirmados na fonte. Consulte a publicação original para acessar documentos, declarações e todos os detalhes.
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