Após era da facial, biometria – das veias – da mão é a nova aposta da cibersegurança

Resumo completo da matéria
A mudança ocorre em um momento de evolução das fraudes digitais, impulsionadas pelo avanço da inteligência artificial e dos chamados deepfakes. A biometria facial se estabeleceu como a principal aposta de bancos, fintechs e plataformas digitais para autenticar usuários, apoiada na quase onipresença das câmeras de celular na vida das pessoas.
“O rosto era uma biometria muito fácil de utilizar porque a câmera é universal. A explicação é que a hemoglobina absorve luz infravermelha próxima, fazendo com que as veias apareçam como linhas escuras sob a pele, formando um padrão único para cada pessoa e quase impossível de falsificar, assim como as linhas, formato, tamanho, pele e textura da mão.
“A biometria facial tem o que é chamado de índice de falso positivo, algo em torno de 10⁻³. Segundo o executivo, a tecnologia também consegue capturar informações que vão além da simples imagem da mão.
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